HSU - A CRIANÇA 3:
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| O PONTO ZERO - Amantis, 2002; acrílica sobre papel. |
PREPARO PARA UM SALTO. QUÂNTICO.
29 de Janeiro de 2014, Quarta.
02:48’ a.m.
02:48’ a.m.
Falando Amantis.
Minhas esperanças crescem, amigo leitor.
Estou a meio caminho de concluir a tarefa desta noite,
imposta a mim por mim mesmo, e com muito gosto, que é estar aqui com você –
neste momento te amando intensamente – eu confesso (que estive quebrando
barreiras novamente).
Mas há esta aflição em conseguir chegar até o fim, pois me sinto meio tumultuado no momento, temo não conseguir.
Hmm! Outra confissão!
Entendo “confissão” como falar de um assunto no qual – em outras condições -jamais entraríamos.
Portanto, são importantes. Mostram nosso lado fraco, constrangedor. E, com certeza, não surgem por acaso. Vem, no meu caso de um coração a beira de explodir.
Mas a música me conduzirá, haverá aquela grande e feliz encenação no Sofá Amarelo de Dorothy do Furacão, um lugar que eu confesso ter criado, embora considere extremamente injusto ganhar todo o crédito por tão feliz criação.
Certamente “Deus” – ou este “Desconhecido” sobre o qual viemos falando – é o verdadeiro PAI da Ideia.
Bem, o leitor não precisa acreditar no que acabo de dizer, não tem a menor importância no momento. O que eu vejo é que tem uma confissão após a outra aparecendo neste capítulo, e eu sinto isto como “quebrar barreiras”, ou “livrar-me de grilhões”.
Decididamente sinto-me pronto para recriar o Universo de Dorothy do Furacão, que não é nenhuma Beatrice de Dante Aliguieri.
O importante a dizer neste importante final é que, nesse assunto de mitologizar...
-É PRECISO UMA MUSA!
Pulemos de Estação, amigos,
que o Show vai começar!
Amantis, 29 de Janeiro de 2014, Mercurii. 03:02am

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