“HSU” – A CRIANÇA – 2
Falando Amantis, em 29 de janeiro de 2014, uma quarta feira,
madrugada, 01:48, aqui no Jardim de Vênus, o nome que dei à Granja onde moro.
Eu realmente tenho o costume de renomear tudo de acordo com
minha visão. Na verdade, minha necessidade.
Morar em “Volta Grande” não significa muito para mim. Mas as letras V e G me chamaram a atenção.
Isto porque conheço os SÍMBOLOS associados a cada uma destas letras segundo a tradição ocidental.
Duas belas cartas, dois belos SÍMBOLOS.
A letra Vau (semelhante a nosso V) chegou a entrar inteira num de nossos trabalhos de 2013: P.A.Z. (Plano de Ataque Z.)
O Símbolo do Hierofante, eu também sei, está ligado ao signo de Touro, cujo elemento é TERRA. Sei também que Touro está ligado à Vênus, que é a Mãe Natureza.
Estando numa granja, a Terra é muito presente. Uma correlação com Venus também é uma coincidência feliz, mesmo porque a Kaya, da qual sou atualmente uma espécie de “simbionte”, é pura mãe natureza (com forte atuação de Mercúrio, pela velocidade de pensamento – ver Liber 777).
Enfim, algum tempo depois encontrei o nome “The Venus Garden”, isto é o Jardim de Vênus, onde permanecem as iniciais, mas muda o sentido, e muito.
Agora este é, para mim, internamente, um lugar de adoração pessoal minha à deusa Vênus (no Egito, Ahathoor, ou Hathor) à qual estou especialmente ligado desde 2005. De fato, desde que a conheci, de fato, desde a primeira vez que ouvi seu nome, e eu sabia que era nome de mulher.
Assim consegui ganhar proveito simbólico, místico e mágicko, (para falar mais claramente) simplesmente rebatizando o lugar onde vim morar.
Em meu Universo tenho pleno direito de chamar Juiz de Fora de “JFC” (Juiz de Fora City – mas, também, é claro, Juiz de Fora de Celline), ou a cidade de São Paulo de “Santa SP”, escolhendo como seu símbolo uma girafa.
Talvez por seus altos edifícios.
Tais nomeações só fazem enriquecer minha vida, e, penso, podem enriquecer também o Mundo.
Enfim, eu mitologizo a Vida.
E porquê?
Porque deste tipo de ação nasce o Sentido.
Pode ser um “sentido” temporário (para o drama que estamos vivendo), mas este certamente estará ligado a sentidos mais profundos.
E há um único, profundo sentido por trás disto tudo que pode ser encontrado se nos empenharmos.
Este sentido é aquilo que nos move, e é aquilo que amamos.
Encontrá-lo é capaz de trazer-nos uma alegria que dinheiro ou pessoa alguma nos poderá dar.
Ótimo. Desejamos então encontrar um Profundo Sentido em nossas Vidas.
Por onde começamos?
Vamos apresentar aqui ao leitor a nossa maneira, deixando claro que não é a única.
Contudo, ela tem tradição.
Estas associações simbólicas, tanto orientais quanto ocidentais remontam a antes de “Cristo”.
As fontes serão citadas.
E aqui, amigos, tanto eu quanto você estamos livres da parte chata, pois daqui por diante tudo se dará no Sofá Mágico de Dorothy do Furacão, a apresentadora mais Sagaz da Galáxia.
Abrem-se as cortinas, e você é nosso convidado.
Vamos investigar o “Nascimento de HSU”, de modo a demonstrar a construção de um Sentido.
Continua na próxima ESTAÇÃO.
Amantis.



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