DE
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014,
02;03 pm.
NOVO HOMEM 7 – “EU CUIDO DE TUDO”.
PARTE I
Continuamos nessa postagem contando as aventuras de um
místico desvairado no planeta Terra, iniciadas no exato dia, mesmo momento, em
que ele passou a ver-se como tal, ou melhor, a tornar-se visto ou
possivelmente, definível, palpável, catalogável - como tal: 10 de Janeiro de
2014, há quatro dias a contar do primeiro.
Ali nosso Capítulo 1 (intitulado tão somente “Novo Homem 1”).
Um título forte para um tema forte que parece prometer, nós
diríamos, TUDO, ou Qualquer Coisa.
Contudo, isto não é uma ficção.
É um diário.
O autor afirma que tal evento – o nascimento de um novo
homem – aconteceu com ele e o está reportando da maneira e no ritmo que pode,
tentando atender, isto é, dar atenção tanto aos aspectos místicos e mágickos,
quantos aos aspectos práticos deste evento.
Como toda e explosão, ela perde em intensidade com o passar
do tempo, em especial, dos dias, que têm nascido um bem diferente do outro,
como se em estágios diferentes de uma “descida”.
Uma “descida” em direção à Terra, amigos, pois sou, como foi
dito, um homem que deseja aterrar.
Esta descida – ainda em curso - é o “nascimento” na íntegra
deste “Novo Homem” que terá uma primeira conclusão na postagem número 11 desta
série.
Isto é, após estas primeiras 11 postagens (poderiam ser
dias, mas desejamos facilitar) entraremos num Segunda Etapa deste processo, uma
que só se revelará a nós quando este
primeiro estágio estiver em sua conclusão.
Agora estamos na casa de minha mãe. A mudança de cenário foi
como se estivesse em outra cidade, outro universo.
Aqui, no, quintal, fizemos uma homenagem a Waltercio Caldas,
entendendo, de uma vez que somos, além de místicos desvairados, artistas
símios: parcialmente conceituais, parcialmente sensuais – e mesmo emotivos.
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| Para Waltercio - 13 de Janeiro de 2013 - Foto de Amantis |
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| Waltercio Caldas - Einstein - 1987 |
3.17’ pm.
Na cama, um pequeno êxtase: celline ao lado de um pequeno
vulcão num quarto ou lugar todo recoberto de cores, sem paredes. Como um útero
rosado.
Realmente um lugar;
Com isso já não estou acostumado. Permaneci o máximo que
pude naquela infinita alegria.
“Tu és Grande e Forte como o Nilo,
Porque tu estás comigo.”
Eu sei quem falou, mas não direi agora.
Antes, é preciso falar sobre “O Grande Juramento”.
E antes disso é preciso que eu me aprume, acordado que fui
por um corte amigo, e desça ao centro atrás de tela e tinta.



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