sábado, 1 de fevereiro de 2014

A 8 - NOVO HOMEM 18 - UM EXEMPLO DE SINCRONICIDADE

VG.

1º de Fevereiro de 2014, Sábado, noite, 
20:46, horário de verão.

000.
“Eu tenho meus meios,
mas VC
faz ser tudo isso mais.”

foi o que CANTEI, subindo a escadaria no escuro, com a métrica de “I Wanna go to the Beach” de Iggy Pop.

00.
confesso que foi um meio de pedir ajuda a meu Anjo para que eu não errasse os degraus na escada de cimento (com uma garrafa de água numa mão e um copo de café com leite na outra).

0.
loucura ou não, funcionou.

E cá estamos no escritório para continuar com nossa demonstração, apresentando agora, digamos, mais oficialmente:

UM EXEMPLO DE SINCRONICIDADE.


[para saber o que é “sincronicidade” ler postagem anterior:
]

Esta “coincidência significativa” ocorreu neste intervalo, entre a última postagem, que foi feita à tarde, e esta, que está sendo feita à Noite.

HISTÓRICO:

Eu estava fotografando minhas obras em andamento. 

Ao final desta sequência de fotos encontrei um papelão onde há escritos importantíssimos, inclusive com uma ilustração, um dos ápices da Festa do Universo de 2012, e que constitui uma obra de arte poética, ou metafísica emoldurável na forma de uma obra de arte contemporânea cometida por um artista que se autodenomina como um “místico desvairado”.

(E ele não está brincando!)

Vamos então às três fotos anteriores ao momento sincrônico.



         1. Uma obra em progresso, pintada por cima de uma pintura de 2012. Tudo o que sobrou da obra anterior foi aquela cabeça verde, que parece possuir uma casa – ou templo – verde, dentro de si.
   Lembra um “Felix”, figura da próxima imagem, que é mais simples, não tem uma cabeça pontuda.
Tudo aqui diz respeito ao elemento Terra, que é verde. A cor terra do fundo também remete ao mesmo.


2. Aqui temos uma imagem de Felix, uma cabeça estilizada ao máximo, vista de perfil (está em violeta).
Está sendo pintada sobre uma peça artesanal de couro, já pronta para dependurar. Fala sobre o que é “ser mineiro”. Felizmente consegui encobrir o texto, que é e amargar, mas acabei por deixar só uma palavra.


3. Difícil de ler na foto, mas a palavra é “bravura” (ou “coragem”, ou “OZ”, em hebraico, uma das línguas a que os místicos ocidentais, desvairados ou não mais recorrem, juntamente ao latim e ao grego).

Portanto, apesar da Espera a ele sugerida, HSU se identificou como sendo “um bravo”, isto é, com o elemento fogo (temperamento “colérico”). Isto está de acordo com seu mapa astral, uma vez que é de Leão.


4. Temos aqui um detalhe desta obra, ainda sem título.

A pirogravura sobre o couro que veio na peça foi recoberta de vermelho, com algum relevos de tinta para acentuar a paisagem.

Trata-se de uma representação da Pampulha, projeto de Oscar Niemeyer e um dos símbolos maiores de Belo Horizonte, onde a peça foi comprada.  
Nós  cobrimos a gravura de vermelho sem no entanto encobrir o baixo-relevo da pirogravura.
Niemeyer foi certamente um bravo.
O vermelho é a cor dos guerreiros.

E também a cor de Minas Gerais, não nos esqueçamos.
Na verdade uma representação explícita do elemento fogo: um triângulo vermelho (que lembra uma chama – tal como uma pirâmide – a palavra pirâmide vem mesmo de piros, fogo em latim – se me lembro bem).

Uma pirâmide é uma construção arquitetônica que alude ao elemento fogo.

Ou, sob certo ponto de vista, ao falo.

Um obelisco é  – perdão – uma extensão deste ponto de vista.

Piros (fogo em latim) é o elemento primordial masculino.

Mas existe um elemento primordial feminino, que seria a água, um triângulo azul apontado para baixo.

Não sei como é “água” em latim, mas a fusão de ambos os triângulos daria origem ao Universo, no centro de ambos, uma figura de seis lados que simbolizaria seu filho, ou o Sol, ou o Sagrado Anjo Guardião, ou Horus, ou Apolo, ou Cristo.

E enfim estes dois, o masculino em nós e o feminino em nós se encontram (em nosso interior).

O que acontece?

Uma Grande Explosão (de Amor – ou de União – ou de Yoga, que quer dizer “união”), a que alguns chamariam, não sem erro, de “êxtase”.

 Continuando nosso Histórico: após tirar estas fotos eu achei o papelão no atelier (que estava arrumando) e falei:- é agora que te fotografo você direito.

E esta é a foto:



6. Realmente aqui está uma das coisas mais CLARAS que já escrevi sobre um evento ocorrido no ano 2000 e que deu origem ao “primeiro novo homem”. Este foi o mais chocante de todos os nascimentos porque passei de lá pra cá, disparado.

Minha vida antes de 31 de Agosto de 2000 não interessa muito.

Mas foram muitos anos para dar alguma “forma” – isto é, por em palavras – o “evento” de 2000.

Aqui eu consegui remontar o começo do Evento.

E sinto-me no dever de digitar o que foi escrito neste pedaço de papelão.

E porquê?

Porque, logo após tirada a foto fomos ver a data em que o texto fora escrito: em primeiro de fevereiro de 2013, há EXATAMENTE um ano.

Isto é o que poderíamos chamar de uma sincronicidade. 

Um autor que apreciamos, Terence McKenna as chama de “ressonâncias”, isto é, 2013 “ressonou” (repetiu seu “som”) em 2014.

Ele não estranhava, de maneira alguma, que o Futuro também se refletisse, ou rebatesse, ou “ressonasse” de algum modo sobre o passado. Tais eventos seriam obra de algo que ele chamava de DESÍGNIO TRANSCENDENTE.

(os interessados na riqueza de termos existentes para definir “Deus” anotem mais essa. é das boas)

De qualquer forma o que temos aqui é uma nova coincidência significativa e devemos dar atenção a ela, o que faremos digitando o texto da Obra.

As palavras parecem escritas no céu.

O que temos no mar abaixo é uma explosão atômica.

O texto descreve o momento em que o masculino e o feminino (não um homem e uma mulher) dão um beijo - ou se encontram - no Coração do Ser – ou, por um ponto de vista mais prático, o começo de uma sequência de êxtases.

“1. O UNIVERSO EXPLODIU.
     
      ÊXTASE.

2. E O UNIVERSO EXPLODIU NOVAMENTE.

3. O UNIVERSO DESCOBRIU QUE NÃO MORRERIA                 SE  EXPLODISSE.
    
E O UNIVERSO EXPLODIU NOVAMENTE.

Amantis, 1º de Fevereiro de 2013, Sexta-feira.”

Pronto, digitados os escritos, já me sinto menos em débito com este homem de 2013.

Estas sentenças poderiam ser renumeradas, mas registramos, a princípio, a numeração com que vieram.

Enfim, devo confessar. O que acontece num “êxtase”? Está nos clássicos de Yoga: um encontro entre duas “metades”, uma que medita e outra a respeito da qual a primeira parte medita.

Em linguagem corrente, existe o sujeito que medita e existe o objeto de sua meditação.

O êxtase é alcançado quando sujeito e objeto tornam-se um só; isto é, quando ocorre o Yoga, a União.

Esta União, frequentemente, é com “Deus”, pois “Deus” é o objeto de quase toda meditação – embora isto não seja necessário.

Importa o êxtase, pessoal, vivido por VC.

Por VoCê, não por mim, nem por ninguém.

Com isto em mente, amigo leitor, nós continuaremos nossa conversa.

Amantis.



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